sábado, agosto 26, 2006

A primeira vez do "Manuel"

Tinha eu 15 anos e julgo que ela andava pela mesma idade. Os acontecimentos a seguir relatados, são descritos na perspectiva de um adolescente de 15 anos que arranjou a primeira namorada e que pela primeira vez estava a descobrir os prazeres físicos.

Foi numa tarde de calor que fomos para minha casa, como já o tínhamos feito algumas vezes. Beijos e caricias e passado uns minutos, já ela se encontrava despida da cintura para cima e com as calças desabotoadas. De repente, sem eu esperar aquilo, ela perguntou-me...

– Vamos tentar?

Apesar de não estar a espera, concordei prontamente e sem saber porquê acabamos na cama dos meus pais. Em poucos segundos ficamos completamente nus e ela não parava de me dizer, que eu tinha de o tirar para fora antes de chegar ao fim. A ansiedade era de tal maneira grande, que tudo aquilo que eu tinha visto em filmes e outros conteúdos pornográficos, não me valeu de nada, pois comecei por tentar a penetração tendo ela as pernas juntas. Depois de algum tempo, a tirar perna e a pôr perna, lá achei a posição correcta. De seguida novamente problemas, pois o pénis parecia que tinha vida própria e teimava em ir em todas direcções menos na pretendida. Foram momentos de grande tensão e dor, pois não é nada agradável estar a passar a glande em pelos púbicos grossos e ásperos. O que se passou em seguida, foi tão rápido, que entre ela dizer por duas vezes, para eu parar que a estava a magoar e eu a ter penetrado 4 ou 5 vezes, já tinha tirado o pénis para fora e ejaculado de tal maneira, que fiquei todo sujo na barriga.

Levantei-me e fui limpar-me, quando voltei já ela se estava a vestir e disse que se queria ir embora. Acompanhei-a até casa e ao longo do caminho apenas colocava a questão de.... – E se eu engravidar como e que vai ser?

Ela acabou o namoro passadas duas ou três semanas, após me ter garantido que não estava gravida, íamos numa visita de estudo e quando eu olho para o banco de trás da camioneta estava ela a beijar um colega nosso. Foi a primeira vez que tive o sentimento de traição, mas ao mesmo tempo de alivio. Deixou de ser um problema meu........

quarta-feira, junho 07, 2006

A primeira vez da "Maria"

Não era o amor da minha vida mas era o rapaz com quem eu saía de vez em quando e dava uns beijinhos. Ele já tinha tentado uma vez mas soube respeitar o meu não. Naquele dia acordei e pensei "é hoje". Os meus pais iam para fora durante todo o fim de semana. Fui para a escola e mal o vi perguntei-lhe se ele queria ir lá a casa logo à noite, depois do jantar. Ele com aquele sorriso malandro disse logo que sim. Passei o dia todo a pensar naquilo. Ele não era virgem, tinha feito com a "Susana", toda a escola sabia e não foi pela boca dele. Uma vez perguntei-lhe e ele disse que tinha feito outras vezes com uma rapariga que conheceu numas férias de Verão em Montegordo.
Eram quase 22:00 quando toca a campaínha, era ele, evidentemente. Fui abrir a porta com o meu vestido branco de verão, estava sexy, muito sexy. Surpreendi-o, vi na cara dele. Ele entrou e perguntou onde íamos. A lado nenhum foi a minha resposta. Não estava nervosa. Como era possível? Estava com total controle da situação.
Tivemos alguns minutos na conversa mas não aguentei muito mais, sentei-me ao lado dele e beijei-o. Senti-o nervoso.Acho que se apercebeu do que ía acontecer.
Fomos para o meu quarto e começamos a tirar a roupa um ao outro no meio de beijos e apalpões, sempre meigo comigo mas muito nervoso, eu também estava mas queria ir em frente. Agora, mais que nunca. Ele começou a beijar o meu corpo e desceu até à minha menina, não era um especialista no assunto, mas ainda era novo, compreende-se. Tinha-me precavido e arranjado preservativos, ele sorriu, tirei-o e disse que o queria por nele, sorriu novamente, não custa nada.
Estava bastante excitada mas ele ainda estava mais, teve cuidado ao colocar, muito cuidado, não doeu. Diziam que doia...afinal não doeu. Um pouco desconfortável ao principio mas depois, devagarinho, começa a ser agradável e...ele não aguentou.
Não deu para sentir o prazer que se sente quando já temos experiência. Nem sequer lá perto cheguei. Foi a primeira de muitas.
Tinha que haver uma primeira vez. E esta foi a minha primeira vez. Aos 17 anos.